
Ê Xangô, ta ai teu menino dado à sorte ao destino sedento de amor.
Ê Caô! És teus olhos semblante da lua brilhante de Ogun seguidor.
Sim sinhô, da patota de Cosme, das armas de Jorge ti mininu calçô.
Quem falô, que teu santo é pagão, que teu Cosme e Damião dia desamparô.
Ê Xangô, em pedido à suncê, da juízo ao Erê do guri sofredor.
Hó senhor alimenta tua fome pra que um dia vos chame ti mininu doutô.
Peço licença à todas licenças poéticas pelo mesmo, pois sem tais o Calango em sua simplicidade não existiria.
lindo!!!
ResponderExcluirAdorei!
ResponderExcluirJá vi um palco, coreografia...
Parabéns!
Muuuito bom! Tudo que vc escreve eu penso em adaptar! rs Ficou lindo!
ResponderExcluirLuciana Chernicharo
Muito bom, garoto!
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